Bigode chinês

Conheça as melhores opções para tratar essa linha de expressão em diferentes faixas etárias

Diane Neubüser

O bigode chinês pode aparecer se a pessoa toma muito sol e se fuma, mas o maior efeito é determinado mesmo pela genética. | <i>Crédito: Foto Shutterstock
O bigode chinês pode aparecer se a pessoa toma muito sol e se fuma, mas o maior efeito é determinado mesmo pela genética. | Crédito: Foto Shutterstock

Veja as indicações do cirurgião plástico Marco Cassol para o tratamento do bigode chinês:

20 a 30 anos: nesta faixa, normalmente o bigode chinês, chamado de sulco nasogeniano, é pouco evidente. Por isso, cremes e eventuais preenchimentos com ácido hialurônico dão conta do trabalho. O resultado é ainda melhor se um nutricosmético for associado ao tratamento, como os que têm como princípio ativo o adpofil ou o exsynutriment, que é um silício orgânico. Se esta for a opção, com uma cápsula por dia, o resultado é nítido em 40 dias. No caso do preenchimento, o resultado é imediato, mesmo que o aspecto final, melhorado, seja notado três semanas depois, porque o inchaço diminui.

30 a 40 anos: o tratamento é feito com o laser de CO2. Ele faz um peeling profundo com algum grau de lesão da epiderme, a camada mais superficial da pele. O mínimo é de três sessões, uma vez por mês. Quando a pessoa também tem acne, são necessárias cinco sessões. O resultado aparece mais ou menos em sete dias e a vermelhidão desaparece em até 14 dias. Para este procedimento é preciso ficar de repouso por três a quatro dias.

40 a 50 anos: o ideal é associar o gel com fatores de crescimento ao dermaroller (rolo com microagulhas de 0,5 a 2 mm). A vantagem é que o dermaroller proporciona um aumento da permeabilidade da pele ao estimular a camada profunda da derme e da subderme, sem lesar a epiderme e sem precisar ficar afastada das atividades habituais. A sessão pode ser feita de 15 em 15 dias, mas o mais comum é uma por mês. Geralmente são necessários três meses de tratamento.

50 a 60 anos: neste caso, a solução são os fios de sustentação de ácido lático absorvidos pelo corpo. Com um par de cada lado do rosto, eles deixam a face mais firme. Um novo procedimento, com novos fios e em outros lugares, pode ser feito a cada três meses. É preciso esse tempo para que o fio induza o corpo a formar um tecido fibroso que vai retrair os tecidos e melhor a sustentação facial.

60+ anos: nesta faixa, é preciso recorrer à cirurgia. Um exemplo é a miectomia, que funciona como se fosse um botox, mas sem tornar a face estática. A técnica ainda é capaz de reduzir os pés de galinha.

16/06/2017 - 09:24

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