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Mitos e verdades sobre Fotodepilação

O tratamento é uma alternativa para os alérgicos à cera e lâmina, ou para quem procura uma solução mais duradoura para a remoção dos pelos

Diane Neubüser Publicado em 23/09/2015, às 09h00 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

Fotodepilação
Fotodepilação - Shutterstock

A praticidade da fotodepilação conquistou o publico brasileiro, mas ainda desperta muitas dúvidas. Conversamos com a fisioterapeuta dermatofuncional Danielle Caetano, da Nâo+Pêlo, para saber o que é mito e o que é verdade sobre o procedimento. Confira:

1-   Depilar deixa a pele flácida

Mito. O estímulo da fotodepilação é superficial, não é suficiente para causar flacidez.

 

2-   Não se pode retirar os pelos entre sessões

É verdade, em partes. Realmente não pode retirar os pelos com cera. Mas é indicado que o pelo seja removido com lâmina de barbear, creme depilatório, ou qualquer método que apare, como uma máquina.

 

3-   O método é doloroso

Mito. As clientes podem sentir um leve incômodo ou calor sobre a área tratada. Mas não chega a doer, não.

 

4-   É um tratamento permanente

Mito. O tratamento é bem mais duradouro que uma depilação convencional e faz com que os pelos cresçam cada vez mais fracos, mas não acaba com eles de vez.

 

5-   Demora meses para ver o resultado

Depende de cada pessoa. Algumas pessoas notam a diminuição de pelos já na primeira sessão. Outras precisam repetir o processo...

 

6-   Fotodepilação só funciona em pessoas com pele clara e cabelo escuro

O método funciona retirando o bulbo do pelo estimulado pela melanina. Por conta disso, pelos com pouca melanina (muito clarinhos) são mais difíceis de retirar. Quem tem pele negra deve consultar um especialista para checar se o procedimento é indicado.

 

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