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Escovas de dentes unidas! Túlio Gadêlha fala sobre como é cumprir a quarentena com Fátima Bernardes

O jornalista contou um pouco sobre como foi passar os dias ao lado de sua amada

Máxima Digital Publicado em 21/07/2020, às 13h01

Túlio Gadêlha fala sobre quarentena ao lado de Fátima Bernardes
Túlio Gadêlha fala sobre quarentena ao lado de Fátima Bernardes - Instagram

Quarentena com o "mozão"! Foi assim que Túlio Gadêlha e Fátima Bernardes passaram os últimos dias de distanciamento.

Cumprindo o isolamento social para evitar a propagação do novo coronavírus, os pombinhos resolveram, literalmente, juntas as escovas de dentes e passar esses dias juntos. 

Na noite dessa segunda-feira, 20, o jornalista compartilhou um pouco sobre como foram esses momentos em casa ao lado de sua amada. 

Em seu perfil no Instagram, o namorado da apresentadora postou uma foto em que mostrava os objetos de higiene bucal juntos para mostrar que a liberdade e intimidade do casal estava super alinhada. 

Na legenda de sua postagem na rede social, o companheiro da líder do Encontro deu detalhes sobre seus dias com a namorada.

"Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém!", começou. 

"E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa.", continuou. 

Túlio falou sobre as brigas do casal: "Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo.".

O jornalista falou sobre a intimidade do casal, que cresceu nesse período: "Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro. Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz 'ter conhecido', na verdade, gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Também não aguento passar muito tempo planejando, preciso começar a fazer, executar - isso sim, talvez seja ansiedade. Mas pera aí! Eu também conheci 'outra namorada'. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma.".

"Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos.", brincou o comunicador. 

Por fim, Túlio contou uma curiosidade sobre as escovas de dentes da foto: "Ah, e sim. A escova azul era a dela."

 
 
 
 
 
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Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. . Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém! . E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa. . Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. . Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro. . Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz “ter conhecido” na vdd gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Tb não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar - isso sim, talvez seja ansiedade. . Mas pera aí! Eu tb conheci “outra namorada”. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. . Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma. . Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. . Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos. . Ah, e sim. A escova azul era a dela.

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