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Cantora de MPB, Jess Martins resgata a sabedoria do sagrado feminino em primeiro single autoral

Com a voz suave e compassada da cantora, o single traz influências da música brasileira e elementos de R&B

Máxima Digital Publicado em 17/12/2020, às 21h55

Jess Martins resgata a sabedoria do sagrado feminino em primeiro single autoral
Jess Martins resgata a sabedoria do sagrado feminino em primeiro single autoral - Divulgação

Jess Martins é a mais nova voz da MPB! Com o single “Viajante Insone”, a cantora dá início ao seu trabalho autoral e traz influências da música brasileira, elementos de R&B e a modernidade dos sintetizadores, que vem acompanhado de clipe, já disponível no YouTube.

A canção, lançada de forma independente, reforça o estilo da artista, firmando seu trabalho na música popular brasileira, e fala sobre o momento de composição no impulso criativo noturno, descrevendo sua conexão com o inconsciente coletivo, a espiritualidade e até mesmo a clarividência, mostradas através da voz suave e singular de Jess.

“Viajante Insone é uma viagem entre realidades paralelas em busca de inspiração. A música e o clipe refletem meus esforços e vibrações, e de toda equipe, para que esse trabalho-sonho se concretizasse com tanta beleza. A música mostra a força do feminino, espero que todos curtam”, conta a artista.

Com um clipe poético, forte e libertador, ‘’Viajante Insone’’ conta com roteiro e codireção de Thayna Laduano (diretora da Linkers Films) e Pedro Fiorillo, e mostra a jornada de encontros e descobertas por meio da espiritualidade, sagrado feminino e ancestralidade.

Com cenas chaves como a “Lua vermelha”, o roteiro aponta simbologias que resgatam a sabedoria do sagrado feminino, com o intento de trazer às mulheres uma reconexão com sua natureza cíclica e toda a sua potência criativa. A narrativa nos convida a um mergulho interno e o resgate das ligações ancestrais, honrando os saberes matrilineares.

“O videoclipe flerta com títulos dos anos 70 e filmes como Suspiria. Buscamos essa estética cinematográfica para amarrar à narrativa. Além de trazer referências a títulos de livros como Lua Vermelha, de Miranda Grey, e Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés. Outro ponto da estética, é que buscamos trazer um visual teatral, tanto em performance e atuação, quanto em direção de arte", explica a diretora Thayna.

 

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