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Famosos / Vida de stripper

Mel Mattos abre o jogo sobre a vida financeira de stripper: "Vi que a carreira poderia me render bons frutos"

A influenciadora falou sobre os tabus existentes na profissão

Máxima Digital Publicado em 27/08/2021, às 11h40

Mel Mattos abre o jogo sobre a vida financeira de stripper - Divulgação
Mel Mattos abre o jogo sobre a vida financeira de stripper - Divulgação

Mel Mattos embarcou com pouca idade para fora do país ao achar uma oportunidade em viver apenas como stripper. Morando e trabalhando atualmente em Miami, a loira já possui a sensação de dever cumprido e já tem uma previsão de volta ao Brasil.

“Eu comecei na carreira de stripper aos 19 anos. Vi a amiga de uma grande amiga minha altamente bem sucedida financeiramente na carreira, juntei dinheiro e embarquei para a Espanha", contou. 

Ela continuou: "Com três meses morando lá e dançando já consegui comprar meu primeiro apartamento, vi que a carreira poderia me render bons frutos. Atualmente danço em Miami.".

A influenciadora não tem medo de falar o que pensa e explicou que a profissão não deve ser confundida com uma garota de programa. 

"Apesar de muita gente confundir, eu nunca precisei vender o meu corpo para ganhar dinheiro, nunca me prostitui, stripper é uma profissão completamente diferente de prostituta.”.

A loira acrescentou falando sobre a valorização do seu trabalho nos Estados Unidos e o que conquistou nesse período.

“Consegui comprar mais de cinco imóveis em São Paulo para viver de renda quando voltar ao Brasil, fora a poupança que fiz durante todo esse período fora. Os americanos valorizam muito o trabalho das pessoas, inclusive de dançarinas de boate, além do meu salário, ganho tips altíssimas que com o somatório me trazem um salário cinco vezes maior que o de um médico brasileiro.”, contou. 

Mel disse que já enfrentou o preconceito de frente. Ela disse que o machismo enraizado na sociedade precisa acabar. 

“Quando decidi embarcar para a vida noturna, muita gente começou a fazer fofoca e dizer que eu tinha virado p***, o brasileiro não está acostumado com profissões valorizadas, o machismo está enraizado até nisso, se a mulher começa a ganhar muito dinheiro, logo vão dizer que virou p***.”, declarou. 

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