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Famosos / Autoestima e amor-próprio

MÊS DA MULHER: “Temos que incentivarmos umas às outras sempre”, afirma Saiury Carvalho, destacando a importância da autoestima feminina

Modelo Saiury Carvalho debate problemas como pressão estética em sua profissão, a falta de representatividade na mídia e o movimento “Corpo Livre”, que defende a diversidade de corpos femininos

MÁXIMA DIGITAL Publicado em 12/03/2021, às 11h23

Saiury Carvalho destaca a importância da autoestima feminina - Reprodução/ Divulgação
Saiury Carvalho destaca a importância da autoestima feminina - Reprodução/ Divulgação

A modelo Saiury Carvalho, desde sempre, levanta a bandeira feminista em seus posicionamentos nas redes sociais. Ela exalta a importância de se incentivar a autoestima feminina, em meio à necessidade de se seguir padrões estéticos inalcançáveis.

“Nossa autoestima precisa ser trabalhada diariamente. Somos tão especiais! Todas nós deveríamos ter essa consciência. Porém, devido às imagens propagadas na mídia, acabamos acreditando que não somos suficientes e que estamos longe da perfeição”, afirma.

“Quando uma mulher me procura para falar sobre esse assunto, eu sempre repito: ‘a perfeição não existe’! Somos lindas do jeitinho que somos e os nossos defeitos nos fazem únicas. Temos que incentivarmos umas às outras sempre. Essa força nos faz bem e nos faz enxergar além.”

Ela acredita que a falta de representatividade em campanhas publicitárias, nos jornais e revistas, na TV e em outras plataformas, também pode causar problemas de autoaceitação entre as mulheres.

“Se tivéssemos mais mulheres reais em campanhas, esse problema seria menor porque iríamos nos sentir menos estranhas. Acredito que isso iria acabar com a imagem daquela mulher linda, magra e simetricamente perfeita.”

Como modelo, Saiury também já viveu situações nas quais a pressão estética falou mais alto. Ao longo do tempo, ela soube contornar esse dilema e conseguiu ter uma relação mais saudável com seu próprio corpo.

“Passei por várias fases que me fizeram muito mal. Já quis ser extremamente magra, comia muito pouco e cheguei até a pesquisar sobre possíveis cirurgias”, revela. “Até hoje sofro com esse padrão estético imposto pelas agências de modelos. Mas, como sou formada em nutrição, consigo lidar melhor com a situação. Porém, confesso que é bem difícil não se deixar levar. Sempre tento estar com o meu psicológico tranquilo e ser bem esclarecida.”

IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO CORPO LIVRE

Para ela, movimentos como o “Corpo Livre”, que pautam a aceitação corporal, são muito importantes para trazer o debate à tona, especialmente entre as mulheres.

“Essa proposta de aceitação é maravilhosa porque nos ajuda a quebrar padrões e a elevar a nossa autoestima. Quero parabenizar a ativista Alexandra Gurgel por ter dado início a esse grande movimento. Precisamos encontrar beleza em quem somos; não importa se somos magros, fora do padrão, se possuímos cabelos encaracolados, lisos, olhos escuros ou claros. Somos diferentes, cada um com suas particularidades. Todo perfil merece ser elogiado e ser amado, sem nenhum tipo de preconceito.”

No Mês da Mulher na Máxima, vale ressaltar a importância de pautas como essas que salientam a importância do amor-próprio, da autoestima e do autocuidado.

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