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LGBT / Festival Mix Brasil 2021

Festival Mix Brasil 2021: Arte, representatividade, bandeiras e muito mais! André Fischer conta tudo sobre o evento

Em um bate-papo exclusivo com Máxima Digital e o CineBuzz, André Fischer, criador do Festival, falou sobre história, missão e os ideais do evento

Máxima Digital e CineBuzz Publicado em 10/11/2021, às 17h00

Festival Mix Brasil 2021: Arte, representatividade, bandeiras e muito mais! André Fischer conta tudo sobre o evento - Instagram
Festival Mix Brasil 2021: Arte, representatividade, bandeiras e muito mais! André Fischer conta tudo sobre o evento - Instagram

Com início nesta quarta, 10 de novembro, a 29º Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade traz, mais uma vez, produções artísticas sobre o universo LGBTQIA+. Em entrevista ao CineBuzz e à revista Máxima, André Fischer, criador do evento, falou sobre a história e a atual edição do festival, que tem Deserto Particular, longa pré-indicado para representar o Brasil no Oscar 2022, como um de seus destaques.

Além do grandioso filme citado anteriormente, o festival conta com uma lista extensa de outras produções que estão participando, e ela vai muito além dos longas convencionais, tendo grande presença de curta-metragem, música, literatura e teatro.

Em longa-metragem, temos os grandes: A Primeira Morte de Joana, Até o Fim, Deus Tem AIDS, Madalena, Máquina do Desejo, Vênus de Nyke, Transversais, Bori, Ney à Flor da Pele e muito mais. Já na categoria de curtas, alguns deles são: O Nascimento de Helena, Vagalumes, Acesso, Uma Carta Para O Meu Pai, Hortelã, Manaus Hot City, Simples Assim e Charlotty.

Sempre pensando em tratar da diversidade e furar bolhas do conservadorismo, o Festival Mix Brasil traz em suas produções temas que falam sobre orientação sexual, doenças sexualmente transmissíveis (DST'S), como o HIV -retratado em um dos filmes- e procura retratar as pessoas que se encontram nesta posição com o objetivo de mostrar que todos somos iguais.

Outro fator importante do festival, é poder dar espaço e oportunidades para os filmes independentes, para que assuntos tão importantes sejam tratados com mais naturalidade e sejam mais vistos pela população, tentando transmitir um entendimento maior sobre pautas que são pouco faladas ou desprezadas.

Com quase 30 anos desde sua criação, o festival nasceu como algo de produção cultural independente e LGBTQIA+, e começou com apenas curtas-metragens. Hoje, ele abrange para todos os outros modelos, trazendo filmes que já circularam por diversos festivais internacionais de cinema. 

Confira a primeira parte do papo com André Fischer. Para conferir a segunda parte da entrevista, é só ir lá no site de CineBuzz:

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