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Pesquisa revela que amamentação pode aumentar a inteligência

O estudo foi realizado durante 30 anos e comprova impacto positivo da amamentação

Máxima Digital Publicado em 18/03/2015, às 17h59 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

amamentação
amamentação - Shutterstock
A proteção contra doenças como diarréia, infecções respiratórias e alérgicas, redução do risco de hipertensão, colesterol alto, obesidade e diabetes, são alguns dos benefícios já conhecidos da amamentação. Estes efeitos imediatos podem entrar na lista e fazer companhia para um estudo inédito, feito desde 1982 e divulgado hoje, dia 18, que comprova que quanto mais duradouro o período de amamentação na infância, maiores os níveis de inteligência e renda média na vida adulta até os 30 anos. 
Os efeitos benéficos da amamentação, como o impacto direto na inteligência, são explicados pela presença de ácidos-graxos saturados de cadeia longa no leite materno, essenciais para o desenvolvimento do cérebro.
A pesquisa foi feita pelo The Lancet, uma das publicações cientificas mais importantes do mundo, e divulgou também outro dado interessante: no Brasil, os níveis de amamentação estão distribuídos de forma homogênea entre diferentes classes sociais, não sendo mais frequente entre mulheres com maior renda e escolaridade. “O papel do Ministério da Saúde com a promoção de campanhas educativas e outras ações desenvolvidas a nível nacional, inclusive com o estímulo a adoção da iniciativa Hospital Amigo da Criança e da criação dos bancos de leite, é fundamental nesse processo. Isso se transforma em algo concreto que é o aumento da prevalência de amamentação no Brasil, reconhecido, inclusive, fora do país”, comenta o pesquisador Bernardo Horta. Lembrando sempre que recomendado é amamentar, pelo menos, até os 6 meses de vida da criança.

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