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5 coisas que você deve saber sobre os ossos

O ideal é começar a protegê-los corpo já a partir dos 30 anos de idade. Confira outras informações importantes sobre essas estruturas essenciais para o seu corpo

Andréa Soares Publicado em 16/12/2016, às 16h19 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

Saúde dos ossos
Saúde dos ossos - Shutterstock

1.     No climatério, é essencial se submeter a um exame de densitometria óssea
Apesar de a Sociedade Brasileira de Densitometria (SBDens) recomendar o exame para mulheres com idade igual ou superior a 65 anos, nessa fase de transição da menopausa é preciso analisar cuidadosamente a estrutura óssea das pacientes. O exame implica na avaliação de dois segmentos ósseos: coluna e fêmur. Caso seja necessário, também poderá ser avaliado o rádio (osso do antebraço) ou ainda ser realizado um estudo do corpo inteiro – através da densitometria para avaliação da composição de gordura (massa magra e massa gorda).

2.     Sobrepeso e obesidade são inimigos dos ossos
Até pouco tempo, acreditava-se que um pouco de gordura a mais acabava protegendo os ossos. Mas essa crença caiu por terra. “Hoje sabemos que o excesso de peso é prejudicial também aos ossos, principalmente quando a gordura está localizada no entorno da cintura. Pesquisadores de Harvard descobriram que mulheres na fase pré-menopausa e que tinham mais gordura visceral também tinham diminuição da densidade mineral óssea”, afirma Fernando Fachini, médico radiologista do CDB Medicina Diagnóstica (SP). Estudos indicam, também, que mulheres com sobrepeso são mais propensas à deficiência de vitamina D – o que pode aumentar o risco de fratura.

3.     Hormônios afetam o esqueleto
“Primeiramente, vale a pena revelar que a mulher costuma ter perda óssea durante a gravidez, porém ela é reposta logo depois do parto. Recomenda-se espaçar um pouco uma gestação da outra, já que as muito próximas aumentam os riscos de osteoporose”, alerta o expert. Também durante a amamentação costuma haver uma pequena perda de massa óssea, possivelmente por causa da necessidade que o bebê tem de cálcio para o fortalecimento dos próprios ossos. Novamente, isso se recupera. Por fim, a queda nas taxas de estrogênio durante a perimenopausa e a menopausa costuma aumentar bastante o risco de fraturas. Num período de cinco a sete anos, a mulher pode perder até 20% de sua massa óssea.

4.     É comum ‘encolher’ um pouco
Numa visita de rotina, ao conferir peso e altura, a paciente pensa que o médico não fez sua medida direito, porque está mais baixa. Mas isso acontece e é mais comum do que se pensa. Uma das explicações é que os discos intervertebrais se tornam cada vez mais desidratados e comprimidos. Também pode haver um encurvamento da coluna vertebral. Agora, se uma paciente nota que perdeu cerca de 3 ou 4 centímetros de altura em curto período, pode haver uma fratura na coluna e ainda indicar osteoporose em estágio avançado. Por isso é importante fazer todos os exames indicados.

5.     Suplementos podem ser necessários
“Estudos têm relacionado ingestão de cálcio com redução do risco de fraturas em pessoas com mais de 50 anos. Também há evidências que suplementos de vitamina D sejam necessários para várias mulheres acima dessa faixa etária. O ideal, nesse caso, é fazer todos os exames solicitados e seguir orientações do seu médico caso ele conclua que tomar esses suplementos poderá resultar em ossos mais fortes. No entanto, vale lembrar que a automedicação é sempre desaconselhada”, conclui o médico radiologista.

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