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Corpo em equilíbrio: regule os hormônios e garanta a saúde em dia

Manter os níveis hormonais no mesmo patamar do ápice da nossa juventude é um dos pilares da medicina para preservar a saúde, intensificar o bem-estar e aumentar a expectativa de vida

Máxima Digital Publicado em 22/07/2015, às 12h21 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

niveis hormonais
niveis hormonais - shutterstock

Já imaginou uma pessoa de 30 anos com idade biológica de 70? Pois isso é possível se vo- cê levar uma vida estressada, sedentária e com má alimentação, o que afeta o equilíbrio hormonal. “Os hormônios são responsáveis pelo bom andamento das funções biológicas”, afirma o endocrinologista Mohamad Barakat, especializado em Metabologia e Fisiologia do Exercício (SP). De pele saudável a memória perfeita, tudo depende do equilíbrio dessas substâncias.

>  Todo hormônio é gerado pelo próprio organismo. Há os que são pro- duzidos por glândulas (as endócrinas, por exemplo, que fabricam a insulina) e expelidos na corrente sanguínea (co- mo os carboidratos, que geram energia). E existem os hormônios que não passam pelo sangue, pois são enviados diretamente a um tecido alvo — caso dos produzidos pelo hipotálamo, no cérebro, que vão direto para a glândula hipófise, que regula a tireoide.

> “A falta de hormônios leva à fa- diga, obesidade, queda de cabelo, fraqueza das unhas, hipertensão, infarto, diabetes, osteoporose, hipotireoidismo e vários outros males”, revela a nutricionista Isabel Jereissati* (RJ). 

Modulação hormonal - o caminho da sincronia

A produção de hormônios começa a cair entre 25 e 30 anos. Mas, graças aos avanços tecnológicos, hoje já é possível restabelecer os níveis hormonais colocando-os num patamar saudável, o mesmo encontrado no auge da juventude (entre 18 e 21 anos). O recomendado é, a partir dessa faixa etária, continuar mantendo o metabolismo em bom funcionamento para que o processo de envelhecimento e a degeneração dos órgãos sejam mais lentos e tardios. É aí que entra a modulação hormonal. Funciona assim: Primeiro a paciente é encaminhada para exames laboratoriais específicos, que medem as taxas hormonais do organismo. “De acordo com os resultados, o médico orienta como deve ser a mudança de hábitos de vida, que pode incluir adoção de atividade física, alimentação especial, controle do stress e uso de suplementos”, afirma Mohamad. Diferentemente da reposição hormonal, em que a proposta é apenas repor os hormônios que estão em níveis baixos, deixando-os compatíveis com a idade, na modulação a suplementação é feita com hormônios bioidênticos (que o organismo reconhece), além de nutrientes, como aminoácidos, vitaminas e antioxidantes. Inúmeros estudos clínicos mostram que o tratamento com substâncias bioidênticas reduz o risco de desenvolvimento de cânceres e de doenças cardiovasculares — consequências apontadas em algumas terapias hormonais. A modulação hormonalsó surte efeito quando associada a uma boa alimentação e exercícios físicos regulares e, claro, se realizada por um profissional capacitado. “A adequação da dieta é essencial para ajudar o corpo a modular naturalmente os hormônios. O plano alimentar deve ter ênfase em nutrientes que participam da formação dos hormônios e em proteínas de alto valor biológico, como ovos, leite, carne, peixes e aves, que contêm todos os aminoácidos essenciais, em quantidades ideais, para atender às necessidades orgânicas. É preciso ainda restringir os carboidratos de alto índice glicêmico”, defende a nutricionista Luciana Harfenist (RJ). Durante a terapia de modulação é necessário realizar exames periódicos para avaliar o período em que se deve continuar prescrevendo os hormônios. Após interrompido o uso, as glândulas mantêm o trabalho normal (e saudável) por meio da alimentação correta e de bons hábitos de vida. 

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