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Gil do Vigor sobre aprovação da lei que proíbe casamento homoafetivo: “Temos direito de sermos felizes”

Na última terça-feira, 10, a Comissão da Câmara aprovou o projeto de lei

Máxima Digital Publicado em 11/10/2023, às 10h10

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Gil do Vigor sobre aprovação da lei que proíbe casamento homoafetivo: “Temos direito de sermos felizes” - Instagram
Gil do Vigor sobre aprovação da lei que proíbe casamento homoafetivo: “Temos direito de sermos felizes” - Instagram

Após a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovar, por 12 votos a 5, o projeto de lei que proíbe o casamento homoafetivo no Brasil, Gil do Vigor usou suas redes sociais para mostrar sua indignação com a aprovação do texto do deputado Pastor Eurico.

"Hoje, durante a Comissão da Câmara, fomos mais uma vez alvo de ataques. O projeto de lei inconstitucional que visa proibir o casamento homoafetivo avançou nesta Comissão”, disse.

“Fomos associados a palavras como 'doença' e nossa estrutura familiar foi deslegitimada, com alegações como 'crianças criadas por casais homossexuais são privadas do valor pedagógico e socializador da complementaridade natural dos sexos na família'. Novamente, fomos alvos de ataques e nossas lutas foram minimizadas", escreveu Gil.

“No entanto, isso não é o fim! Vamos lutar com toda a nossa força contra essa atrocidade. Ninguém nos impedirá de amar", finalizou ele na legenda da publicação.

Já no vídeo, o economista falou: "Com tanta coisa que está acontecendo no nosso país, são desastres naturais, tanta violência, tanto desemprego, fome. E os deputados estão preocupados em debater lei para tentar retroceder os direitos da comunidade LGBTQIA+”.

"Gente, nós só queremos ser felizes! Eu quero pedir alguém em casamento, poder casar, ter o meu papel, no meu coração, na minha vivência, a certeza de que eu tenho direito civil como cidadão de estar convivendo com outra pessoa. Isso está prejudicando em que as outras pessoas? Onde que eu ser casado com outro homem estará tirando a tua alegria, a tua felicidade?”, acrescentou.

"Por que as pessoas estão debatendo essa pauta? São direitos conquistados! Nós temos direito de sermos felizes! Você não quer se apaixonar? Você que é hétero, não quer se apaixonar, não quer se ajoelhar e pedir a outra pessoa em casamento? Você não quer ter direito de fazer uma festa? Você não quer ter o direito de estar ali no registro civil, no cartório que você ama, aquela pessoa que está casada com aquela pessoa? Nós também queremos! É isso!", concluiu.

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