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LGBT / ARTE

Bienal de Veneza convida brasileiro para curadoria de sua exposição

Adriano Pedrosa será o primeiro sul-americano a realizar a seleção da maior exposição de arte do mundo

Ezatamentchy Publicado em 06/05/2024, às 13h30

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Adriano é o primeiro sul-americano a ser convidado para curar a exposição - Reprodução/Das Artes
Adriano é o primeiro sul-americano a ser convidado para curar a exposição - Reprodução/Das Artes

A Bienal de Veneza, Itália, ttem 130 anos de história e, neste ano, recebe Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, como o primeiro brasileiro e sul-americano a ser convidado para curar a maior exposição de arte do mundo.

Sob o título "Stranieri Ovunque" (Estrangeiros por toda parte), Pedrosa visa descolonizar, diversificar e reexaminar a história da arte do século 20 em 2024. Essa é uma tarefa ousada, corajosa e singular, evidenciada pela trajetória de Pedrosa, cujos traços distintivos se manifestam plenamente em Veneza hoje.

A controversa exposição exclusivamente de estrangeiros no Panorama do MAM de São Paulo, em 2009, e as Histórias Indígenas e LGBT+ do MASP, ambas sob sua curadoria, destacam a importância da cultura brasileira, frequentemente canibalizada pelo estrangeiro.

"Mamõyguara opá mamõ pupé", uma tradução para o tupi antigo da expressão "foreigners everywhere" do coletivo de artistas Claire Fontaine baseado em Paris, é o título da 60ª Bienal hoje. "

Com mais de 300 artistas de 90 países divididos entre o núcleo histórico e o contemporâneo, além de várias mostras paralelas, a Bienal apresenta uma significativa presença de brasileiros, indígenas, estrangeiros naturalizados brasileiros e muitos modernistas.

É uma celebração da arte e cultura brasileira, com a presença de artistas outrora ignorados em sua época. Frida Kahlo e Diego Rivera também estão presentes, representando mais do que uma simples homenagem. 

Por Ezatamentchy