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Saúde em dia: 3 novas regras da nutrição

As mudanças sugeridas ajudam a prevenir a obesidade e outras doenças e propõem comer com mais prazer

Máxima Digital Publicado em 19/03/2015, às 12h00 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

alimentação saudável
alimentação saudável - shutterstock
1- Volte (ou comece) a cozinhar
Uma pesquisa da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health (EUA) conclui o que muita gente já intuía: aqueles que preparam as próprias refeições tendem a manter uma dieta mais saudável e menos calórica. “Quando coloca a mão na massa, a pessoa tem o controle sobre os ingredientes e o modo de fazer”, diz a nutricionista Maiara Fidalgo, da Clínica Fluyr Saudável (SP). Se você precisa de mais um bom argumento para pilotar o fogão, aí vai: a atitude gera economia. Ok, a gente sabe que durante a semana é uma correria e nem sempre dá tempo de elaborar os pratos. Mas que tal se organizar para cozinhar grandes quantidades e deixar porções diárias congeladas? Nessa ocasião, aproveite para higienizar frutas e verduras, que devem ficar sempre à mão, fáceis para o consumo. Seguindo essa simples regra, você evita ter que recorrer ao disque-pizza e guloseimas nada saudáveis.

2- Priorize o básico
 Musses, molhos, reduções, suflês... Essas preparações podem ser bem gostosas, no entanto, não entregam o mesmo valor nutricional do alimento numa versão mais simples e fresca. A dica é preparar e servir os itens de forma visivelmente reconhecível, ou seja, em pedaços. Por exemplo, quantas vezes você já comeu creme de aspargos e mal identificou a presença do legume na receita? “Apostar nos alimentos in natura é uma saída para garantir uma dieta balanceada. Isso acontece porque a adição de ingredientes para molhos e musses, por exemplo, como sal, farinha, gorduras e açúcares, pode desequilibrar o preparo e aproximá-lo dos itens industrializados, que são mais pobres nutricionalmente”, pontua Rosana Perim (SP), nutricionista do movimento Comer Bem é Tudo de Bom, da Alelo*.

3- Eleja uma dieta do bem
Para não ficar refém de uma alimentação específica ou restritiva, que geralmente é difícil de manter, o ideal é adotar um estilo alimentar, como a reeducação. Um exemplo inspirador é a dieta mediterrânea. “O método não impõe um cardápio. Ele se baseia nas tradições alimentares dos países do litoral mediterrâneo, como Grécia, Espanha e Portugal”, explica Rosana Perim. Os povos desses lugares são conhecidos pelo grande consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes e vinho tinto. “O resultado dessa combinação rica em alimentos frescos é um cardápio equilibrado, que reduz a incidência de doenças — principalmente as do coração —, e aumenta a longevidade”, destaca a nutricionista Rosana.


Na MÁXIMA de março você poderá conferir mais duas regras da nova nutrição que farão toda diferença no seu cardápio e na sua saúde.

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