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Com o presidente em Israel, Michelle Bolsonaro se emociona ao conhecer rapaz com doença rara na Paraíba

Primeira-dama visitou projetos sociais em Campina Grande ao lado do ministro da Cidadania, Osmar Terra

Máxima Digital Publicado em 03/04/2019, às 11h30 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

Michelle Bolsonaro
Michelle Bolsonaro - Reprodução/Instagram

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está em Israel desde o último domingo, 31, para firmar novas parcerias em segurança, nas áreas de tecnologia, cibersegurança e defesa.

Com o marido fora do país, Michelle Bolsonaro aproveitou para fazer visitas sociais em Campina Grande, na Paraíba nesta terça-feira, 2, ao lado do ministro da Cidadania, Osmar Terra.

Durante as visitas, Michelle se deparou com Leryston Matheus, de 21 anos, ou Leleu Guerreiro, como é conhecido, e caiu na emoção ao conhecer a história de superação do garoto que é portador de epidermólise bolhosa, uma doença rara de pele.

Eles conversaram muito e cantaram juntos a música "Tudo É do pai", do Padre Fábio de Melo.

Leleu criou um canal no Youtube há uma semana, onde ele compartilha vídeos cantando, explica sobre doenças raras e conta um pouco sobre a sua vida. O jovem tem mais de dez mil seguidores no Instagram e conquistou uma legião de fãs que admiram a sua história.

A primeira-dama também visitou centros de atendimento a crianças com microcefalia que têm convênio com o governo federal. Durante o compromisso, a esposa de Jair Bolsonaro teve companhia da primeira-dama de Campina Grande, Michele Rodrigues.

EPIDERMÓLISE BOLHOSA

Trata-se de grupo de doenças não contagiosas de pele, de caráter genético e hereditário.

Sua principal característica é o aparecimento de bolhas, especialmente nas áreas de maior atrito e nas mucosas. 

Em alguns casos, as bolhas podem estar presentes em certas áreas do corpo desde o nascimento, ou podem aparecer logo depois em regiões que sofreram pressão.

Existem crianças que nascem sem pele em algumas partes do corpo, o que favorece o risco de infecções e sepse.

A cura para a epidermólise bolhosa ainda é desconhecida.

Segundo Drauzio Varella, médico oncologista e cientista, o tratamento deve ser multidisciplinar e voltar-se para o alívio da dor e para evitar o agravamento das lesões e a desnutrição.

A cirurgia pode ser um recurso necessário quando as cicatrizes provocaram o estreitamento do esôfago, a ponto de impedir a alimentação adequada do paciente ou quando houve degeneração dos pés e mãos.

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