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Deborah Secco explode fofurômetro ao exibir Maria Flor vestida de princesa 

A pequena de três anos deixou o fãs da atriz encantados

Máxima Digital Publicado em 29/07/2019, às 14h03 - Atualizado em 22/08/2019, às 01h40

Deborah Secco e Maria Flor
Deborah Secco e Maria Flor - Reprodução/ Instagram

Deborah Secco deixou seus seguidores encantados com sua filha, Maria Flor,  ao exibir a pequena vestida de princesa nesta segunda-feira, 29. 

A atriz estava prestes a sair quando recebeu a visita da menina, de três anos, que estava toda produzida. 

"Pronta para sair, eis que entra em meu quarto.. quem é você?",disse a mamãe babona. 

"Que roupa linda, Jasmin! Posso, com uma coisa tão linda? Filha, eu te amo", falou ela. 

Na sequência, ela conversou com a pequena que estava curtindo o visual. "Jasmin, a gente vai almoçar? Você está pronta? Está linda? Está se amando?", questionou a artista, que recebeu uma resposta positiva de Maria ''Sim''. 

 

POLÊMICA

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na última quinta-feira, 18, que não pode admitir que o dinheiro público seja destinado a filmes como ‘’Bruna Surfistinha’’, drama protagonizado por Deborah Secco, que conta a história de uma prostituta. 

Ao saber da declaração do política, a artista se manifestou e rebateu a fala dele. 

A atriz defendeu que o cinema e a arte em geral precisam tocar assuntos sociais. ‘’Fico um pouco chocada com o ‘Bruna’ ter sido colocado neste lugar, porque o filme retrata uma história real não só da Raquel, mas de outras milhares de mulheres que se encontram nessa situação’’. 

‘’O que a gente queria com o filme era rebater a fala sobre nós, como a população, lida com essa realidade’’, explicou ela.
 
Para ela, o cinema é uma ferramenta que vai além do entretenimento. ‘’A gente não pode pegar um tema que existe, que é real e esconder e fingir que não existe. Defendo que possamos, cada vez mais, falar sobre diversos temas, que a gente traga para luz, porque não adianta escondê-los’’, continuou. 

A declaração presidencial foi feita durante a comemoração dos 200 dias de governo.

Além da fala sobre o filme, Bolsonaro contou que pretende mudar a Ancine (Agência Nacional de Cinema) para Brasília e criticou o patrocínio federal para produções com característica  ativista. 

Além de Deborah Secco, outros artistas se manifestaram contra a declaração do Chefe de Estado. Estrelas como Caio Manhente e Leandra Leal usaram as redes sociais para tratar do assunto. 

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