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Casada com Rodrigo Godoy, Preta Gil se assume pansexual e conta: "Iniciei minha vida sexual com mulher"

A cantora relembrou seus primeiros relacionamentos na adolescência e como enfrentava o preconceito racial na infância

Máxima Digital Publicado em 28/07/2020, às 16h41

Preta Gil se assume pansexual e conta como enfrentou o preconceito racial na infância
Preta Gil se assume pansexual e conta como enfrentou o preconceito racial na infância - Instagram

Preta Gil é casada com Rodrigo Godoy desde 2015, mas ela abriu o jogo e falou sobre sua sexualidade em uma live com a Revista Vogue na noite desta segunda-feira, 28. 

Durante o bate-papo com Carla Akotirene, a cantora contou que começou a se relacionar com mulheres, quando era mais jovem:  "Eu só comecei a cantar e ir para frente das câmeras depois dos 28 anos, e, antes disso, eu me relacionava com mulheres, inclusive, iniciei minha vida amorosa e sexual com uma pessoa do sexo feminino".

"Depois, passei a ter mais namorados homens. Talvez seja por isso que as pessoas tenham uma imagem heterossexual sobre mim. Mas acho que sou pansexual, gosto de gente", explicou.

Ainda sobre seus relacionamentos, ela explicou porquê sempre teve mais afeto por homens brancos e hoje percebe como a cor de sua pele influenciou em sua adolescência: "Eu fui induzida a ter meu afeto ligado a homens brancos, porque fui criada em ambientes de predominância branca. Mas os meninos da minha escola não demonstravam interesse por mim e eu não entendia o motivo. Hoje sei que tem a ver com a cor da minha pele".

A filha de Gilberto Gil também revelou que já viveu em uma relacionamento abusivo, mas só percebeu hoje em dia: "Eu me submetia, sem saber, a relacionamentos que hoje a gente consegue verbalizar como abusivo. Eu me contentava, dentro da minha carência de mulher preta, com aquele afeto, mesmo o homem sendo grosseiro, estúpido, que tentava me silenciar. Eu me apegava a migalhas".

Como sempre lidou com o preconceito racial, ela deu detalhes sobre sua infância e como sofreu por causa da cor de pele de sua família: "Eu era motivo de chacota por causa do meu nome. Com 4 anos, pedi para minha mãe me chamar de Priscila. Além disso, tinham preconceito por eu ser filha de um preto famoso que foi exilado durante a ditadura".

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