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Vera Fischer ousa no batom vermelho e nas joias poderosas em noite especial

Em espetáculo, Vera Fischer encanta seguidores com look e make bafônicos

Máxima Digital Publicado em 04/11/2019, às 15h37 - Atualizado às 15h38

Vera Fischer exibe look em espetáculo de ópera
Vera Fischer exibe look em espetáculo de ópera - Instagram

Apostando no glamour e na luxuosidade que uma noite de ópera permite, Vera Fischer surgiu elegantérrima exibindo seu batom vermelho e jóias reluzentes em espetáculo, na quinta-feira, 31.

Apesar de o evento ter acontecido na última semana, a artista só postou as fotos em sua rede social nesta segunda-feira, 4, e deixou seus fãs encantados.

Percebemos que o look para a tão glamourosa noite foi apostado na cor vermelha. Não poderia ter escolhido outra, não é mesmo? Sempre sensual e poderosa, a atriz abusou do tom no batom, na blusa, no seu salto alto e até nas unhas do pé.

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Nos comentários da publicação, os fãs elogiaram a loira. “Lindeusa, maravilhosa!!”, brincou a seguidora.

“Além de roupas elegantes… você está linda de corpo e alma! Saúde sempre!”, declarou outra internauta.

A atriz combinou o bocão vermelho com um sorrisão de felicidade por presenciar a noite especial no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro. E em textão de agradecimento disse que o teatro é “sua menina dos olhos” e que está muito feliz pela beleza que o espaço possui.

Vale lembrar que essa beleza de Vera Fischer não é de hoje. A gata foi eleita Miss Brasil, em 1969 e continua fazendo sucesso, aos 67 anos, tanto nas telinhas como na plateia da ópera “Orphée”, de Philip Glass.

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. Meus queridos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que sempre foi a "minha menina dos olhos", está voltando com força total aos seus áureos tempos de glória. Digo isso, porque, nesses últimos dias, fui conferir duas récitas, uma ópera e um balé, ambos de envergadura majestosa. Fui recebida com muito carinho pelo vice-presidente do teatro, Ciro Pereira da Silva. Hoje, vou apenas me deter na ópera “Orphée”, de Philip Glass, baseada no filme de Jean Cocteau, que fez sua estreia na América Latina. Papa do minimalismo, o compositor americano, marcou seu estilo, e, “Orphée” é uma ópera deliciosa, capaz de agradar até os que não gostam de ópera. Jean Cocteau produziu o filme (meio tragicômico) em 1950, e, Philip Glass criou a ópera, não menos tragicômica. De um tema dançante, as vezes baladas pops. Mas o segredo está nos ritmos, criteriosamente conduzidos pela regente Priscila Bonfim. No segundo ato, emergem clímaxes belos e suntuosos. O barítono (Leonardo Neiva), os sopranos (Carla Caramujo e Ludmila Bauerfeld) e o tenor (Giovanni Tristacci) estão maravilhosos! A história? Bem, tudo começa com Orfeu, um jovem famoso poeta, que sente inveja de um poeta ainda mais jovem e mais famoso, e… simplificando: é a história de um triângulo amoroso. Fiquei completamente apaixonada pela ópera! Pela música de Philip Glass, pela história de Cocteau, pela direção muito ágil de Felipe Hirsch, pela cenografia deslumbrante, em preto e branco de Daniela Thomas e Felipe Tassara, pela iluminação absurda de Beto Bruel, figurinos muito inspirados de Marcelo Pies, enfim… foi, decididamente, “Uma noite na Ópera” sem os irmãos Marx (he, he). . Fotos: @flaviatavoraleite ⠀ ⠀ @theatromunicipalrj @philipglassmusic @leonardoneiva @carlacaramujosoprano @ludsoprano @giovannitristacci @daniela_thomas_ @zefelps ⠀ #orphée #philipglass #jeancocteau #riodejaneiro #teatromunicipal #betobruel #felipetassara #theatromunicipaldoriodejaneiro

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